Sesp cita gastos financeiros e pede estudo sobre câmera em fardas
O secretário de Estado de Segurança, César Augusto Roveri, defendeu que se faça estudos técnicos para implementar o uso de câmeras nas fardas dos agentes de segurança.
Não é um assunto pacificado, ele precisa de estudos e carece de alto investimento do Estado
O projeto de lei tramita desde fevereiro de 2022, na Assembleia Legislativa. No entanto, ainda gera polêmica devido ao impasse entre aqueles que são a favor e os que são contra.
Apesar de não escolher um lado, o chefe da Sesp disse que não é uma decisão fácil e demanda atenção, principalmente pelos impactos financeiros no Estado.
“Não é um assunto pacificado, precisa de estudos e carece de alto investimento do Estado”, afirmou à imprensa na segunda-feira (6).
“Nós temos que ter a previsão orçamentária disso para a execução, afinal de contas estamos falando em torno de 1.100 a 1.150 policiais por dia de serviço no Estado. Então, teremos que ter câmeras, software e armazenamento desse material”, acrescentou.
O secretário disse, ainda, que se reuniu com o ministro da Justiça, Flávio Dino, assim como outros secretários de segurança do país, mas não chegou a discutir o assunto com as autoridades.
No entanto, ressaltou o desejo de que o assunto da câmera nas fardas seja tratado a nível nacional e não só entre os políticos de Mato Grosso.
“Nós fazemos questão de acompanhar a Assembleia, ela faz um trabalho muito importante com relação às câmeras, mas vou repetir: não é um assunto pacificado”, disse.
“Temos muita coisa para definir sobre esse assunto, não é algo simples. Precisa haver o estudo técnico e o impacto financeiro do uso das câmeras”, completou.
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