Notícia com credibilidade é na Top!

Terça-feira, 11 de agosto de 2026
informe o texto

Notícias

Polícia

Justiça

Réu é condenado a 17 anos por matar suposto integrante de facção rival em Cocalinho

Gazeta Digital

02/10/2025 - 08:34 | Atualizada em 02/10/2025 - 08:36

O réu Carlos Eduardo Oliveira Fernandes foi condenado Tribunal do Júri da comarca de Água Boa, na última quinta-feira (24), pelos crimes de homicídio qualificado contra Diogo Rosendo Sousa, ocultação de cadáver, corrupção de menores e por integrar organização criminosa. A pena fixada foi 17 anos de reclusão em regime fechado, além do pagamento de 20 dias-multa. O condenado não poderá recorrer da sentença em liberdade.

Carlos Eduardo foi o único réu pronunciado e condenado no processo. Os demais denunciados, incluindo um menor de idade, foram impronunciados por falta de provas.

Segundo a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime ocorreu em novembro de 2024, em uma residência na cidade de Cocalinho (923 km a leste da capital). Ao procurar drogas para consumo, a vítima foi abordada por integrantes de uma facção criminosa, que o confundiram com membro de uma facção rival. A vítima foi levada ao local e executada como parte de uma prática conhecida como “tribunal do crime”, uma espécie de “justiça interna” aplicada por organizações criminosas.

Durante o julgamento, a promotora de Justiça substituta Bruna Caroline de Almeida Affornalli destacou o sofrimento da família da vítima. “O corpo nunca foi encontrado. Temos uma mãe que até hoje busca a certidão de óbito do filho. Ele era de Brasília e veio a Cocalinho para trabalhar por um mês. Infelizmente, foi confundido com um integrante do PCC e acabou sendo morto em razão de uma suposta rivalidade entre facções”, afirmou

Durante o julgamento, a promotora de Justiça substituta Bruna Caroline de Almeida Affornalli destacou o sofrimento da família da vítima. O corpo até hoje não foi encontrado.

“Temos uma mãe que até hoje busca a certidão de óbito do filho. Ele era de Brasília e veio a Cocalinho para trabalhar por um mês. Infelizmente, foi confundido com um integrante do PCC e acabou sendo morto em razão de uma suposta rivalidade entre facções”, afirmou a promotora.

“O corpo nunca foi encontrado. Temos uma mãe que até hoje busca a certidão de óbito do filho. Ele era de Brasília e veio a Cocalinho para trabalhar por um mês. Infelizmente, foi confundido com um integrante do PCC e acabou sendo morto em razão de uma suposta rivalidade entre facções”, afirmou

 
 
Sitevip Internet
Fale conosco via WhatsApp