A disputa pelas duas vagas de Mato Grosso no Senado já começou com diferenças no volume de recursos disponíveis. Margareth Buzetti (PP), José Medeiros (PL) e Mauro Mendes (União) receberam, somados os valores de cada, R$ 5,1 milhões das estruturas partidárias para financiar suas campanhas.
As informações constam dos dados de arrecadação e despesas declarados à Justiça Eleitoral e podem sofrer alterações conforme as campanhas atualizem suas prestações de contas.
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Até o momento, o maior repasse foi destinado a Buzetti, que recebeu R$ 2,98 milhões da Direção Nacional do PP e ainda recebeu R$ 200 mil em uma doação. Com esses repasses, ela já tem R$ 3.185.665 para usar na campanha.
Medeiros aparece em seguida, com R$ 1 milhão recebido da Direção Nacional do PL. O candidato também declarou R$ 100 mil repassados pelo seu primeiro suplente, Odílio Balbinotti (PL), elevando os recursos já recebidos para R$ 1,1 milhão.
Mendes, por sua vez, recebeu R$ 1 milhão da Direção Nacional do União, outros R$ 25 mil da Direção Estadual da legenda e uma doação de R$ 30 mil. Ao todo, são R$ 1,055 milhão destinados à campanha do ex-governador.
Os três são, até o momento, os únicos candidatos ao Senado entre os nomes listados que receberam recursos diretamente dos partidos.
Demais candidatos
Carlos Fávaro (PSD) ainda não recebeu recursos partidários, mas declarou R$ 107 mil em doações.
Antônio Galvan (Avante) também não recebeu verba do partido, mas contabiliza R$ 324 mil em doações.
Janaina Riva (MDB), Pedro Taques (PSB), Benny Godoy (Agir) e Coronel Darwin (Democrata) também ainda não receberam recursos partidários e nem outras doações para a campanha.