Cláudio Medeiros enviou uma nota de esclarecimento, após ser acusado pelo atual prefeito de Canabrava do Norte de ameaçá-lo de morte.
Cláudio é irmão do ex-prefeito João Cleiton e teria ido até o local filmar o abandono das obras, quando acabou encontrando Neuilson e o Secretário Adjunto de Comunicação.
Conforme a nota encaminhada a redação do site Top FM, Cláudio afirma que não houve qualquer ameaça ao chefe do executivo e que filmou toda ação que compra sua versão dos fatos.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Em razão de contatos realizados por veículos de imprensa informando a iminente publicação de matérias sobre supostos acontecimentos recentes, faz-se necessário esclarecer, de forma objetiva e responsável, que não procede qualquer narrativa que extrapole os fatos efetivamente ocorridos.
O que houve, de maneira clara e comprovada, foi a gravação de vídeos em locais públicos, com a finalidade de registrar a situação de obras e espaços que se encontravam abandonados ou em condições inadequadas há mais de um ano, após a informação de que estariam sendo realizadas ações pontuais de limpeza em razão da visita do Governador ao município.
Na mesma data, o cidadão esteve, além das Casas Populares, em outros espaços públicos, inclusive:
Na Piscina Municipal, obra concluída há mais de um ano e que se encontrava em estado deplorável;
No espaço que está sendo preparado para a implantação do futuro Hospital Municipal, onde também ocorria limpeza, justamente para verificar e registrar as reais condições do local.
Durante a gravação nas Casas Populares, estavam presentes o Prefeito Municipal e o Secretário Adjunto de Comunicação, Sr. Ramírez. Houve diálogo, questionamentos e críticas de natureza política e administrativa, todos registrados em vídeo, sem qualquer ameaça, sem uso ou porte de arma, sem tentativa de agressão e sem qualquer conduta ilícita.
Ressalta-se, de forma categórica, que o cidadão não portava qualquer tipo de arma, fato que pode ser comprovado por diversas testemunhas que estiveram com ele antes, durante e após as gravações, bem como pela pessoa que o acompanhou em todos os deslocamentos.
Portanto, em nenhum momento houve: porte ou exibição de arma de fogo; ameaça contra autoridades; intimidação, agressão ou violência;
Obstrução de atividade pública.
O que existiu foi o exercício legítimo da liberdade de expressão, do direito de crítica e da fiscalização dos atos da administração pública, em locais abertos, com registro de agentes públicos no exercício de suas funções, conduta plenamente amparada pela Constituição Federal e pela jurisprudência consolidada.
Repudia-se qualquer tentativa de distorção dos fatos ou de imputação de condutas criminosas inexistentes. Eventuais publicações que veiculem versões divergentes da realidade não refletem a verdade e serão oportunamente esclarecidas pelos meios legais cabíveis.
Por fim, reafirma-se o compromisso com o debate público responsável, transparente e dentro dos limites da legalidade, permanecendo à disposição para esclarecimentos objetivos e formais, destacando-se que os vídeos produzidos comprovam, de forma inequívoca, a inexistência de qualquer ameaça ou prática ilícita.
Ressalta-se que o vídeo ora disponibilizado comprova, de forma inequívoca, a inexistência de qualquer ameaça ou conduta ilícita.